Saiba mais, acessando:
A boa informação sobre Educação, Política, Turismo e Saúde, você encontra aqui, no Blog do Professor JC.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Sinal verde para a comida de rua?
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Escola da Terra leva formação a professores de multisseriadas
Secretários estaduais e municipais de educação, que tenham em
suas redes escolas multisseriadas no campo ou quilombolas, já podem
aderir ao Escola da Terra, programa do Ministério da Educação que
oferece formação continuada a professores que lecionam nessas unidades. A
adesão foi aberta nesta terça-feira, 20, e se estende até 19 de setembro.
Para aderir, o gestor precisa entrar na página eletrônica do Sistema
de Informações Integradas de Planejamento, Orçamento e Finanças do MEC
(Simec) e informar seu CPF e senha. Dentro do Simec, acessa o Plano de
Ações Articuladas (PAR) e o programa Escola da Terra. De acordo com
Antônio Lídio Zambom, coordenador geral de políticas de educação no
campo da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e
Inclusão (Secadi), nesta etapa do processo, o gestor informa apenas o
número de escolas multisseriadas e quilombolas de sua rede e o número de
professores.
Dados do Censo Escolar informados pela Secadi indicam que o país tem
hoje 865 escolas quilombolas do primeiro ao quinto ano do ensino
fundamental e 53.713 escolas com classes multisseriadas do primeiro ao
quinto ano do ensino fundamental. Em 2013, o programa Escola da Terra
atenderá 7,5 mil professores. As escolas selecionadas para esta edição,
explica Antônio Lídio, deverão informar, posteriormente, o nome dos
educadores e CPF.
O programa – O Escola da Terra compreende quatro
ações: formação continuada e acompanhada de professores que trabalham
com estudantes dos anos iniciais do ensino fundamental em escolas
multisseriadas no campo e em escolas quilombolas, além dos assessores
pedagógicos que terão a função de tutores; oferta de materiais didáticos
e pedagógicos; monitoramento e avaliação; gestão, controle e
mobilização social.
Educadores e tutores terão curso de aperfeiçoamento com carga horária
mínima de 180 horas. A formação terá dois períodos – a frequência no
curso denominada tempo-universidade e outro para as atividades
realizadas em serviço (escola-comunidade) que será acompanhada por
tutores. A qualificação dos docentes será de responsabilidade das
instituições públicas de ensino superior que aderirem ao programa.
A produção e oferta dos materiais didáticos e pedagógicos são de
responsabilidade do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação
(FNDE). São jogos, mapas, recursos para alfabetização, letramento e
matemática. Já o coordenador estadual e o tutor que acompanham e
orientam os educadores durante sua formação serão remunerados com bolsas
a serem pagas pelo FNDE.
Piloto – Em 2013, sete universidades federais foram
selecionadas para participar de um projeto piloto do Escola da Terra em
quatro das cinco regiões do país. O piloto terá 7.500 vagas distribuídas
entre as universidades federais do Amazonas (UFAM) com 1.500 vagas, da
Bahia (UFBA), do Pará (UFPA), de Pernambuco (UFPE), do Rio Grande do Sul
(UFRGS), de Minas Gerais (UFMG) e do Maranhão (UFMA), com mil vagas
cada. Em todos os estados, os cursos estão previstos para 2014.
Ionice Lorenzoni
Conheça a Escola da Terra
Acesse o Simec
Fonte: MEC.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Sedentarismo está por trás de 13 a cada 100 mortes entre obesos e cardíacos
O sedentarismo está por trás de 13,2% das mortes no Brasil, segundo uma pesquisa publicada pela revista médica Lancet.
No país, a inatividade é a causa de 8,2% dos casos de doenças cardíacas, 10,1% dos casos de diabetes tipo 2, 13,4% dos casos de câncer de mama e 14,6% dos casos de câncer de cólon. O número é um dos maiores da América Latina, onde 11,4% das mortes são causadas pelo sedentarismo.
Segundo o cardiologista e médico do esporte Daniel Kopiler, a situação é consequência da evolução tecnológica da sociedade. Atualmente, os jovens são os mais afetados pelo sedentarismo, pois estão mais envolvidos com a tecnologia.
"Hoje temos uma série de materiais que vão facilitar nosso trabalho braçal, mas que de alguma maneira vão diminuir a quantidade de trabalho comparado com o que fazíamos. Esta mudança tecnológica faz com que as pessoas comecem a andar menos e a fazer menos atividades físicas", explicou Kopiler à Agência Efe.
Segundo a última pesquisa feita pelo IBGE em 2010 e divulgada em 2012, 80% dos brasileiros são sedentários, e uma das consequências mais temidas é a obesidade.
Conforme índices apurados pelo Ministério da Saúde, 64% da população está com excesso de peso, e exercícios podem ser a solução para reduzir tais números assustadores.
A solução indicada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é a prática de pelo menos 30 minutos de exercícios físicos por dia, já que a inatividade é o quarto principal fator de risco de mortalidade em todo o mundo, perdendo apenas para diabetes, tabagismo e hipertensão.
A rotina, no entanto, parece não permitir nem mesmo estes trinta minutos. "A pessoa acorda seis horas da manhã, chega às oito no trabalho e, quando volta pra casa, ainda precisa cuidar dos filhos, estudar", lembra Kopiler. Como solução, o médico indica pequenas mudanças nos hábitos diários para reduzir os efeitos do sedentarismo.
Um primeiro passo é a mudança na alimentação, com a diminuição de refeições gordurosas e o aumento de ingestão de proteínas e fibras.
Os exercícios mais indicados para se livrar da inatividade são caminhadas, ciclismo, natação e hidroginástica por não causarem problemas às articulações, mas que devem ser acompanhadas de alongamento.
Pensando nisso, Kopiler diferencia a atividade física de exercício físico, porque esse último requer uma aplicação concentrada de tempo e muitas vezes não se encaixa na agenda da grande maioria das pessoas.
"Uma coisa é a atividade física, e outra, o exercício. Qualquer movimento que fazemos é uma atividade física. Já o exercício é basicamente quando fazemos uma ação coordenada", disse o médico à Efe.
"Essas atividades cotidianas podem, quando feitas de forma coordenada, contribuir de uma forma muito significativa para sair do sedentarismo", acrescentou.
Fonte: Uol.
sábado, 27 de julho de 2013
O Papa numa boa e os políticos preocupados
Eita Papa diferente. Corre risco de levar um tiro, de tomar veneno, cair do papamóvel e, nem aí.
Nesta sexta foi mais um dia, para ele, de alegria, leveza e muita tranquilidade.
Sua humildade na lida com o povo deixa os seguranças "piradinhos". Sua noite de sono deverá ser das melhores.
Noite ruim mesmo, só para os políticos. Exemplos: Dilma caindo pelas tabelas. Mesma coisa, no Rio, com Cabral. E Alckmin, em São Paulo, acusado de envolvimento com superfaturamento. Perda de voto aqui, alegria do Papa ali e, neste sábado, teremos cenas dos próximos capítulos. Eleitor, orai e vigiai.
Pensando bem, há mais políticos em estado de profunda preocupação.
Como sou um cara extremamente emotivo, "morro" de pena deles(dos políticos).
sábado, 6 de julho de 2013
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Saeb terá avaliação nacional de alfabetização
Foi publicada no Diário Oficial da União
desta segunda-feira, 10, portaria do Ministro da Educação, Aloizio
Mercadante, que modifica o Sistema de Avaliação da Educação Básica
(Saeb). Agora, além da Avaliação Nacional da Educação Básica (ANEB) e da
Avaliação Nacional do Rendimento Escolar (ANRESC), haverá a Avaliação
Nacional de Alfabetização (ANA).
A nova avaliação, que deve ser aplicada
anualmente a partir de 2013, terá caráter censitário e avaliará a
qualidade, equidade e eficiência do ciclo de alfabetização das redes
públicas.
O planejamento e a operacionalização das
três avaliações serão realizados pelo Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que deve estabelecer em
portaria específica os parâmetros para a aplicação.
Aneb - A Avaliação
Nacional da Educação Básica abrange de maneira amostral os estudantes
das redes públicas e privadas do país, matriculados no 5º e 9º anos do
ensino fundamental e também no 3º ano do ensino médio.
Anresc - A Avaliação
Nacional do Rendimento Escolar é aplicada censitariamente a alunos de 5º
e 9º anos do ensino fundamental público nas redes estaduais, municipais
e federais. A prova recebe o nome de Prova Brasil e oferece resultados
por escola, município, Unidade da Federação e país, que também são
utilizados no cálculo do Ideb.
A Aneb e a Anresc são realizadas a cada dois anos.
Fonte: Inep
Câmara aprova MP que desonera cesta básica e diminui conta de luz
Em relação à cesta básica, o impacto
previsto é de R$ 5,1 bilhões na renúncia de tributos apenas em 2013. O
texto do relator ampliou a lista de produtos correlatos aos da cesta
básica. O Plenário também incluiu outros, como as fraldas geriátricas.
Matéria vai ao Senado.
Professores de escolas rurais terão curso de licenciatura
Com 30 vagas na habilitação em ciências da natureza e matemática e 30
vagas em ciências agrárias, a Universidade Federal do Maranhão (UFMA) se
prepara para selecionar professores que lecionam em escolas públicas do
campo, mas não têm licenciatura. A UFMA participa de um grupo de
instituições federais de ensino superior selecionado em 2012, por
edital, para abrir licenciaturas específicas para educadores que
trabalham no campo.
De acordo com o coordenador do curso na UFMA, José de Ribamar, a próxima turma de professores fará a formação no câmpus Bacabal, município da região central do estado, distante 260 quilômetros de São Luís. A escolha do câmpus visa atender educadores de vários municípios do entorno de Bacabal. As duas primeiras turmas, que ingressaram em 2009 e 2010, fazem a formação em São Luís.
A licenciatura específica para professores de escolas do campo construída pela UFMA tem parte intensiva em regime de internato na universidade e parte de pesquisas na comunidade onde o educador trabalha. A cada ano, explica José de Ribamar, os professores ficam 81 dias na universidade, divididos quatro períodos do ano; e as demais tarefas eles desenvolvem na comunidade, com orientação de professores da UFMA.
A licenciatura em ciências da natureza e matemática tem 4.605 horas, das quais 2.975 horas presenciais no regime de internato; a licenciatura em ciências agrárias tem 4.885 horas de duração, sendo 2.855 horas presenciais. As licenciaturas do campo têm carga horária maior que as demais, explica José de Ribamar, porque a maior parte dos alunos vem com grande defasagem na sua formação. “Antes de começar o curso é preciso recuperar conteúdos pouco ou mal estudados, especialmente de matemática e língua portuguesa”, diz.
Outra dificuldade dos educadores é combinar estudo e trabalho. Quase 100% deles não são liberados pelas secretarias municipais de educação para estudar, segundo o coordenador. “Nos casos mais tranquilos, o educador paga um colega para dar as aulas, enquanto ele faz a formação presencial na universidade.” Mesmo com problemas dessa ordem, a UFMA constatou que a evasão é baixa. Da turma de 60 alunos que ingressou em 2009, 51 deles vão concluir o curso e da turma de 2010, 20 desistiram. Nas duas primeiras turmas, a maior parte dos alunos está na faixa de 35 a 40 anos, mas tem estudante com 63 anos e com 25.
Pelo país – De 2013 a 2015, um conjunto de universidades e institutos federais, selecionados pelo Ministério da Educação, por edital, deve abrir 15 mil vagas em cursos de licenciaturas presenciais, específicos para professores sem graduação que lecionam em escolas públicas do campo. Para 2013, são 4.865 vagas em instituições espalhadas nas cinco regiões do país.
Pelo Programa de Apoio à Formação Superior em Licenciatura em Educação do Campo (Procampo), o MEC repassa recursos para a implantação de cursos regulares de licenciatura no campo, que integrem ensino, pesquisa e extensão. A abertura de vagas anuais, por instituição, varia de 120 para cursos novos e 60 para ampliação de cursos existentes. A prioridade no atendimento é a professores dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio, sem licenciatura, que trabalham em escolas no campo.
As sete universidades e um instituto que ingressaram no Procampo nas seleções de 2008 e 2009, e que participaram do edital de 2012, estão autorizados a abrir 60 vagas por ano – universidades federais do Amapá, de Santa Catarina, do Maranhão, do Piauí, de Roraima, dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, a Universidade de Brasília e o Instituto Federal do Maranhão; as demais devem abrir cursos com 120 vagas anuais, no período de 2013 a 2015.
Para apoiar as instituições que estão no Procampo, o Ministério do Planejamento autorizou, no final de maio deste ano, a realização de concursos públicos para contratação de professores e técnicos administrativos. Os novos ingressos devem acontecer em 2013 e 2014.
O projeto pedagógico da licenciatura, conforme o edital de seleção, deve ter períodos intensivos de formação presencial dentro do câmpus universitário e períodos intensivos de formação presencial nas comunidades onde o educador leciona, com orientação da universidade ou do instituto onde o aluno está matriculado.
O currículo é multidisciplinar, contendo cinco áreas: linguagens e códigos; ciências humanas e sociais; ciências da natureza; matemática; ciências agrárias. A recomendação do MEC é de que as instituições deem preferência para as habilitações que contemplem as áreas de ciências da natureza e matemática, que é onde estão as maiores carências na rede escolar do campo.
Trajetória – A formação superior de professores das escolas do campo é uma das ações do Programa Nacional de Educação do Campo (Pronacampo) lançado em fevereiro de 2013. O Pronacampo compreende ações para o acesso, a permanência e a aprendizagem nas escolas com a valorização do universo cultural da população residente no campo, formação inicial e continuada de professores, infraestrutura física e tecnológica.
Ionice Lorenzoni
De acordo com o coordenador do curso na UFMA, José de Ribamar, a próxima turma de professores fará a formação no câmpus Bacabal, município da região central do estado, distante 260 quilômetros de São Luís. A escolha do câmpus visa atender educadores de vários municípios do entorno de Bacabal. As duas primeiras turmas, que ingressaram em 2009 e 2010, fazem a formação em São Luís.
A licenciatura específica para professores de escolas do campo construída pela UFMA tem parte intensiva em regime de internato na universidade e parte de pesquisas na comunidade onde o educador trabalha. A cada ano, explica José de Ribamar, os professores ficam 81 dias na universidade, divididos quatro períodos do ano; e as demais tarefas eles desenvolvem na comunidade, com orientação de professores da UFMA.
A licenciatura em ciências da natureza e matemática tem 4.605 horas, das quais 2.975 horas presenciais no regime de internato; a licenciatura em ciências agrárias tem 4.885 horas de duração, sendo 2.855 horas presenciais. As licenciaturas do campo têm carga horária maior que as demais, explica José de Ribamar, porque a maior parte dos alunos vem com grande defasagem na sua formação. “Antes de começar o curso é preciso recuperar conteúdos pouco ou mal estudados, especialmente de matemática e língua portuguesa”, diz.
Outra dificuldade dos educadores é combinar estudo e trabalho. Quase 100% deles não são liberados pelas secretarias municipais de educação para estudar, segundo o coordenador. “Nos casos mais tranquilos, o educador paga um colega para dar as aulas, enquanto ele faz a formação presencial na universidade.” Mesmo com problemas dessa ordem, a UFMA constatou que a evasão é baixa. Da turma de 60 alunos que ingressou em 2009, 51 deles vão concluir o curso e da turma de 2010, 20 desistiram. Nas duas primeiras turmas, a maior parte dos alunos está na faixa de 35 a 40 anos, mas tem estudante com 63 anos e com 25.
Pelo país – De 2013 a 2015, um conjunto de universidades e institutos federais, selecionados pelo Ministério da Educação, por edital, deve abrir 15 mil vagas em cursos de licenciaturas presenciais, específicos para professores sem graduação que lecionam em escolas públicas do campo. Para 2013, são 4.865 vagas em instituições espalhadas nas cinco regiões do país.
Pelo Programa de Apoio à Formação Superior em Licenciatura em Educação do Campo (Procampo), o MEC repassa recursos para a implantação de cursos regulares de licenciatura no campo, que integrem ensino, pesquisa e extensão. A abertura de vagas anuais, por instituição, varia de 120 para cursos novos e 60 para ampliação de cursos existentes. A prioridade no atendimento é a professores dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio, sem licenciatura, que trabalham em escolas no campo.
As sete universidades e um instituto que ingressaram no Procampo nas seleções de 2008 e 2009, e que participaram do edital de 2012, estão autorizados a abrir 60 vagas por ano – universidades federais do Amapá, de Santa Catarina, do Maranhão, do Piauí, de Roraima, dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, a Universidade de Brasília e o Instituto Federal do Maranhão; as demais devem abrir cursos com 120 vagas anuais, no período de 2013 a 2015.
Para apoiar as instituições que estão no Procampo, o Ministério do Planejamento autorizou, no final de maio deste ano, a realização de concursos públicos para contratação de professores e técnicos administrativos. Os novos ingressos devem acontecer em 2013 e 2014.
O projeto pedagógico da licenciatura, conforme o edital de seleção, deve ter períodos intensivos de formação presencial dentro do câmpus universitário e períodos intensivos de formação presencial nas comunidades onde o educador leciona, com orientação da universidade ou do instituto onde o aluno está matriculado.
O currículo é multidisciplinar, contendo cinco áreas: linguagens e códigos; ciências humanas e sociais; ciências da natureza; matemática; ciências agrárias. A recomendação do MEC é de que as instituições deem preferência para as habilitações que contemplem as áreas de ciências da natureza e matemática, que é onde estão as maiores carências na rede escolar do campo.
Trajetória – A formação superior de professores das escolas do campo é uma das ações do Programa Nacional de Educação do Campo (Pronacampo) lançado em fevereiro de 2013. O Pronacampo compreende ações para o acesso, a permanência e a aprendizagem nas escolas com a valorização do universo cultural da população residente no campo, formação inicial e continuada de professores, infraestrutura física e tecnológica.
Ionice Lorenzoni
Leia a Portaria nº 86/2013, que criou o Pronacampo.
Conheça as instituições que oferecerão cursos para professores do campo.
Fonte: Portal MEC
Legislação do Conselho Estadual de Educação do Pará 2010
O
Conselho Estadual de Educação do Pará em parceria com o EducAmazônia,
UNICEF, SEDUC, UNDIME, UFPA, UNAMA, MPEG e FIDESA disponibilizam,
on-line, para sociedade em geral o segundo volume do caderno do
EducAmazônia com a coletânea da legislação vigente do Sistema Estadual
de Ensino do Estado do Pará.
Ainda não conhece a referida legislação? Acesse:
http://www.cee.pa.gov.br/?q=node/286 Fonte: CEE/PA
sexta-feira, 7 de junho de 2013
IPIXUNA DO PARÁ ELEGE LIDERANÇAS COMUNITÁRIAS DO PROJETO MORADIA CIDADÃ
O
Ministério das Cidades e a
Universidade Federal do Pará (UFPA), por meio da Comissão de
Regularização Fundiária da instituição de ensino, e a Prefeitura
de Ipixuna do Pará elegem neste sábado, 8 de junho, às 16 horas,
no Núcleo Universitário da cidade, os representantes dos bairros
Paraubá, D´Água, Vila Nova, João Paulo II e Centro que farão
parte do Projeto Moradia Cidadã no município. O projeto beneficiará
uma população estimada em 5.713 pessoas residentes em 1.364 lotes
que ocupam 173,3 hectares na cidade. Os eleitos atuarão em parceria
com os membros do Grupo de Trabalho Municipal local, também já
eleitos (foto), para colocar em prática as ações de regularização
previstas para a cidade.
A
regularização dos 173,3 hectares se tornou possível em Ipixuna
do Pará porque o Programa Terra Legal, coordenado pelo Ministério
de Desenvolvimento Agrário (MDA) e Instituto
Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra),
repassou para o município
paraense o título federal das terras transferindo o domínio da área
para a Prefeitura e registrou o terreno no cartório de imóveis da
sede municipal, conforme determina a Lei Federal nº 11.952, de
2009, que dispõe sobre a regularização fundiária em terras da
União, na Amazônia Legal
Maria
do Carmo Silva, consultora social do Projeto Moradia Cidadã, que
coordenará o processo eleitoral dos representantes dos bairros em
Ipixuna do Pará, explica que o município só regularizará as áreas
registradas em seu poder, de acordo com a poligonal – limites dos
terrenos - definida no título do Programa Terra Legal. “Só é
terra do município o que está registrado em seu nome. Os membros
eleitos como representantes dos bairros serão os principais
interlocutores entre as comunidades e a equipe executora do Projeto.
Estas lideranças das comunidades, por sua vez, também serão
eleitas posteriormente”, alerta.
Para
ela, o processo de regularização tem como premissa básica a
participação social, o compartilhamento do conhecimento entre a
prefeitura, a universidade e a comunidade, além da tomada de decisão
em conjunto com as famílias beneficiadas nos lotes. “Depois do
processo eleitoral, haverá a troca de informação sobre o projeto,
os benefícios da regularização e o detalhamento das
estratégias para a mobilização das comunidades. Será explicado o
que é o levantamento topográfico cadastral e a coleta dos dados
socioeconômico das famílias. Vamos debater com os representantes
eleitos o papel da prefeitura, do cartório de imóveis, da Câmara
de Vereadores, dos centros comunitários e demais atores que atuam
no processo até a entrega das escrituras de posse da moradia às
famílias beneficiadas”, explica a consultora.
Maria
do Carmo enfatiza que, mais do que estas atividades, discutir a
regularização fundiária com as lideranças é dialogar sobre a
função social da propriedade e o direito à terra, à
moradia, à educação, ao saneamento ambiental, à infraestrutura,
ao transporte e aos serviços públicos, além do direito ao
trabalho e ao lazer. “É construir a gestão democrática da
cidade com a participação da comunidade, além de fortalecer a
ética urbana que se fundamenta na justiça social e na cidadania
para os moradores”, finaliza.
Kid
dos Reis - Mtb: 15.633 - SP-SP
Assessoria
de Comunicação da Comissão de Regularização Fundiária da UFPA
Telefone:
91.3201.8308 – Celular: 89 06.9401
Técnicos do CEE recebem treinamento para implantação de um novo sistema
No período de 3 a 5, técnicos e
assessores do Conselho Estadual de Educação do Pará participaram de
treinamento ministrado por analistas do Conselho de Educação do Mato
Grosso para implantação do Sistema Integrado de Gestão Educacional que a
partir dos próximos meses será adotado pelo CEE/PA, para procedimento
de análises processuais de pedidos de autorizações por parte das
escolas.O sistema além de agilizar a análise de documentos vai permitir
maior eficácia e transparência na tramitação dos pedidos de atos
autorizativos.
Texto : Tereza Vasconcelos
Fotos:Allan Pantoja
Fonte: http://www.cee.pa.gov.br
segunda-feira, 22 de abril de 2013
14º Fórum Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação
Os preparativos para o 14º Fórum Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação continuam em ritmo acelerado!
As inscrições para participar do 14º
Fórum Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação estão abertas até
o dia 26 de abril! Até o final da tarde de hoje (19/4) 923 pessoas já haviam realizado a inscrição.
Uma novidade nesta edição será o
processo de sistematização, realizado por um grupo de profissionais
para possibilitar aos participantes um maior entendimento do conteúdo,
com o uso de uma técnica denominada facilitação gráfica. Um
recurso que utiliza desenhos e outros elementos visuais para aprofundar
os temas desenvolvidos durante o evento, permitindo, assim, uma maior
compreensão e memorização dos assuntos tratados no 14º Fórum.
O objetivo é retratar de forma lúdica e
artística os conteúdos debatidos nas conferências, palestras, reuniões,
planejamentos estratégicos, oficinas e demais atividades. Dessa forma,
as contribuições darão origem a painéis colaborativos, que servirão
como ferramenta de motivação e integração entre os participantes, para
que todos, em conjunto, alcancem os objetivos esperados.
É importante ressaltar que, segundo
informações divulgadas no portal do 14º Fórum Nacional, para participar
do evento o município precisa estar adimplente com a seccional da
Undime para garantir a inscrição do(s) seu(s) representante(s). Além
disso, somente os 600 primeiros Dirigentes Municipais de Educação de
municípios prioritários terão despesas de transporte aéreo, hospedagem
a alimentação custeadas. Os demais participantes deverão arcar com
esses custos. Todos os municípios, prioritários ou não, deverão pagar a
taxa de inscrição no valor de R$ 200,00.
Até o fim da tarde de hoje,
497 participantes de municípios prioritários já haviam realizado a
inscrição. Isto é, restam pouco mais de 100 vagas a serem preenchidas
para esta categoria!
Fique atento! Apenas 1.200 pessoas poderão se inscrever para o 14º Fórum!
Clique aqui para fazer a inscrição!
Clique aqui para fazer a inscrição!
Fonte: Undime.
sábado, 6 de abril de 2013
Hangar recebe no dia 26 de abril a Feira do Livro 2013
A tradição de homenagear um país diferente a cada ano também ganhou adaptações. Em 2013, as honrarias se estendem ao Estado do Pará e ao poeta que o elevou à condição de nação em seus versos – junto com o parceiro Paulo André -, Ruy Barata. No“Encontro Paraense”, nomes como Maria Stella Pessoa, Harley Dolzane, Ney Paiva, Olga Salvary, Maciste e Daniel Leite já estão confirmados.
“Estamos resgatando uma dívida de muitos anos homenageando países mundo afora e esquecendo de homenagear o nosso como sentimento, pelo seu tamanho, riquezas e diversidade cultural”, explica o secretário de Estado de Cultura, Paulo Chaves. “Daqui saiu um dos maiores poetas de todos os tempos, o inesquecível Paratininga, autor dessa frase histórica, ‘eu sou de um país que se chama Pará’”, reforça, enaltecendo Barata.
Na próxima segunda-feira, dia 8 de Abril deverá ser lançado para o público em geral as ferramentas de comunicação que serão utilizadas na feira como o site, twitter e fan page oficial do evento.
Serviço:
XVII Feira Pan-Amazônica do Livro
Data: 26 de abril a 5 de maio de 2013
Hora: 10h
Informações: 4009-8717
Entrada franca
Por Fernanda Scaramuzzini / Ascom OS Pará 2000 com informações Ascom Secult
Imagem: Divulgação
Assinar:
Postagens (Atom)













